“Mais atenção primária, mais cuidados hospitalares, mais cuidados de saúde pública”.

A manifestação convocada este domingo por SOS Sanidade Pública em Santiago juntou-se de novo às numerosas reivindicações locais em prol da saúde pública que não cessaram desde as eleições de fevereiro de 2024.Vigo, A Marinha, Moanha, O Courel, Santiago, Ourense… entre as moitas localidades que, mês após mês, semana após semana, desenvolveram alguma reivindicação ligada aos Sergas. Quer por falta de pessoal de medicina familiar ou de pediatria nos cuidados primários, quer por atrasos excessivos nos cuidados especializados, seja por permanecerem indefinidamente no limbo das listas de espera cirúrgicas que não se reflectem nas estatísticas oficiais. Em apenas quatro meses do ano, lambrou a organização no seu manifesto final, “milhares de pessoas saíram às ruas das nossas cidades e vilas” para denunciar o que consideram ser as “consequências diretas da política de desmantelamento da saúde pública”. As reivindicações passam por “defender os cuidados primários”, “exigir melhorias nos centros de saúde e nos PAC”, que não haja “milhares de crianças sem pediatra” ou “milhares de pessoas sem profissional de medicina familiar”. As pessoas que defendem a saúde pública não aceitam isto como normal“ porque ”não é normal“, mas sim uma ”consequência direta“ das ”decisões políticas do Partido Popular”, acusam.
















