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Movementos sociais, Politica espanhola — 20 Marzo, 2025 at 9:43 a.m.

O BNG defende no Congresso uma moção para frear escalada de guerra e priorizar assistência social

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“Não queremos sociedades militarizadas nem um mundo que naturalize a guerra”, afirma Néstor Rego. Rejeitar ameaças a países terceiros, condenar as intenções de Trump sobre Gaza, opor-se ao fundo de 800 milhões de euros, renunciar a qualquer aumento de despesas militares e dissolver a NATO: é isto que a moção do BNG inclui

Rego denunciou que “a União Europeia continua a se comportar como um vassalo fiel e submisso do mestre americano”, mesmo diante das “ameaças de Trump de tomar, mesmo à força, territórios como a Groenlândia ou de controlar a Faixa de Gaza por meio de limpeza étnica”. O deputado nacionalista, neste sentido, critica a falta de uma resposta contundente dos líderes europeus, apesar de se tratarem de “crimes flagrantes contra a humanidade”.

O porta-voz do BNG no Congresso alerta que a suposta “ordem internacional baseada em regras” é uma farsa, na qual “as regras são impostas apenas aos países mais fracos, enquanto os poderosos agem com total impunidade”. Ele também alerta que “os Estados Unidos, tanto agora com Trump quanto antes com Biden, buscam manter sua hegemonia impedindo o avanço de um mundo multipolar”.

Sobre a proposta de criação de um fundo de 800 bilhões de euros para armamentos na União Europeia, Rego foi contundente: “Esta medida não busca a autonomia militar da União Europeia, mas sim fortalecer a OTAN e satisfazer as exigências de Trump de aumentar os gastos militares na Europa”. Da mesma forma, também ressalta que “esse aumento nos gastos militares resultará em cortes na saúde, educação, dependência, moradia e serviços sociais”.

Néstor Rego enfatiza que “mais gastos militares não significam mais segurança, mas mais polarização e risco de conflito” e critica a “brutal campanha de propaganda” promovida polas elites para justificar esta escalada armamentista e convencer o povo de que “é preciso fazer sacrifícios”.

A iniciativa do BNG e sua parte resolutiva: pola Paz e pola coexistência

A moção defendida por Rego inclui seis pontos fundamentais, entre eles o rejeitamento às ameaças de Trump contra a Groenlândia e o Panamá, a condenação da tentativa de controle de Gaza por meio de limpeza étnica, a oposição à criação do fundo europeu para gastos militares e a renúncia ao aumento dos gastos com defesa. Além disso, insta o Governo a promover o caminho do diálogo pola paz e pola saída da Espanha da OTAN.

“Não queremos sociedades militarizadas nem um mundo que naturalize a guerra”, concluiu Rego, convocando os grupos parlamentares a apoiarem a iniciativa do BNG para deter a escalada armamentista e priorizar o bem-estar das classes trabalhadoras.

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