A plataforma Queremos Galego que, sob o lema ‘Mudemos o rumo. Polo futuro do galego’, realizaram uma sessão plenária aberta a todas as entidades e pessoas interessadas na defesa da língua. Participaram no evento o músico e escritor Xurxo Souto, a jornalista Tareixa Navaza e o porta-voz de Queremos Galego, Marcos Maceira.

Milhares de pessoas reclamam na rúa uma nova política perante a situação de “emergência extrema” do idioma. Ana Pontón, porta-voz do BNG, e José Ramón Gómez Besteiro, do PSdeG, apostam no regresso ao Plano de Normalização Linguística aprovado por unanimidade polo Parlamento galego, que consideram relegado polo decreto de plurilinguismo da Xunta liderada por Feijoo
Milhares de pessoas reuniram-se este domingo de manhã em Santiago dd Compostela para exigir uma nova direção na política linguística capaz de travar o declínio da língua galega. Uma língua que, segundo os últimos dados do Instituto Galego de Estatística, um terço das crianças com menos de 15 anos não sabe falar. Convocados pila plataforma Queremos Galego, os participantes quiseram chamar a atenção para a situação de extrema emergência que a língua está a atravessar devido à sua perda de importância na comunicação, tanto a nível social como institucional.
Ana Pontón, porta-voz do BNG e líder da oposição, e José Ramón Gómez Besteiro, secretário-geral do PSdeG, estiveram presentes no evento, que teve lugar na praça Quintana, em Santiago de Compostela. Ambos concordaram com a necessidade de recuperar o consenso linguístico que existia na Galiza antes de 2010, ano em que a Xunta presidida por Feijoo aprovou um decreto polémico que reduziu a presença do galego nas salas de aula e estabeleceu, por exemplo, que a matemática, a física e a química seriam ensinadas em castelhano.
O presidente da Mesa pola Normalización Lingüística, Marcos Maceira, fez um apelo à esperança e as escolas Sementes contribuiram “ao ritmo das @tanxugueiras para vindicar o orgulho que sentimos pola nossa língua e cultura.”.Também desde Bruxelas não renunciaram a defender o país das políticas galegofóbicas do PP na Xunta.
