Com presença em 7 cidades do país e um acompanhamento de 95% da chamada, segundo Erguer
Após um mês de campanha nas principais cidades galegas, A Corunha, Santiago de Compostela, Pontevedra, Vigo, Ourense, Lugo e Ferrol viveram esta quarta-feira uma mobilização que a organização qualificou como “um êxito total”.Unha xornada de folga en todos os niveis educativos e que segundo detallou Erguer, contou cun seguimento do 95% do alumnado galego.“Um dia como o de hoje mostra que o acesso à vivenda é uma preocupação real no quotidiano dos estudantes e que, na ausência de alternativas reais por parte dos governos da Xunta e do Estado, só nos resta levantar a voz”.
Os estudantes galegos registaram uma participação de 95 por cento na greve estudantil convocada para esta quarta-feira em todas as cidades galegas para exigir o direito a uma vivenda condigna, uma jornada que descreveram como um “êxito”.Com cânticos como ‘Rueda, escoita, estamos en loita’, mais de uma centena de estudantes exigiram em Santiago mais lugares nas residências universitárias dos campi galegos e denunciaram o aumento “abusivo” do preço da vivenda,.No âmbito da greve estudantil convocada pola organização, marcharam esta quarta-feira desde a Alameda Compostelá até à Praça de Praterías, precedidos de uma faixa em que exigiam vivenda pública e popular.“O problema da habitação é um problema fundamental do próprio sistema e da forma como um direito básico, um direito fundamental, é mercantilizado”, disse Artai Gavilanes, dirigente do Erguer, aos meios de comunicação social.Entre as reivindicações desta jornada contam-se a criação de mais habitação pública, a criação de mais habitação social e o controlo dos preços da vivenda, que “dispararam e são incomportáveis”.
O reitor da Universidade de Santiago de Compostela (USC), Antonio López, assegurou, numa cerimónia realizada esta manhã, que “partilha a preocupação com o problema das residências” para estudantes universitários, um problema que qualificou de “grave”.Relativamente ao aumento de lugares públicos, assinalou que a USC é a universidade espanhola que tem “mais lugares em residências” em relação ao número de estudantes, “mais de mil”. De igual modo, mencionou o sistema de tarifas que utilizam e que tem em conta “a realidade económica dos candidatos”.









