Já conta com o apoio de perto de 50 colectivos. Entre eles estão as plataformas de defesa da ria de Arousa e Muros-Noia, as principais organizações galegas de bateeiros, vários grupos de mariscadores, confrarias de pescadores e vários grupos ambientalistas que têm organizado durante estes dias a limpeza voluntária das praias afectadas polos derrames do Toconao.
A chegada dos pellets despejados na costa galega surge num momento delicado para a actividade do complexo pesqueiro nas rias. Nesta conjuntura, destaca-se a situação complicada do setor do marisco, provocada pola elevada mortalidade dos bivalves, que obrigou à paragem da atividade em zonas como a ria de Muros e Noia.









