A Mesa pola Normalização Linguística manifesta a sua rejeitamento às declarações do Ministro Albares de que “ainda não é tempo” de a língua galega ser oficializada na União Europeia. Em diferentes fóruns sociais há quem considere um erro político insistir hoje em ir contra a evidência de que, atualmente, na UE, já é possível falar galego-português.
A secretária-geral da Mesa, Celia Armas, sublinhou que “a razão pola qual a nossa língua tem que estar na Europa, como qualquer outra língua representada, é porque é oficial no território onde é falada”. Tal como as restantes línguas do Estado, como o catalão ou o basco.“Não podemos aceitar que seja catalão em primeiro lugar, polas razões apresentadas pelo ministro”, salienta. De A Mesa entendemos que respondem a uma estratégia política, que não podemos partilhar. Armas afirma que “o PSOE mostra uma atitude que o equipara exactamente à do Partido Popular quando vota contra a presença da nossa linguagem no Congresso dos Deputados”. Esta atitude incoerente e galego-fóbica não pode continuar e por isso, a Mesa pola de Normalização Linguística, exige uma rectificação imediata do ministro para que a nossa língua tenha presença na União Europeia nas mesmas condições que qualquer outra.
Em diferentes fóruns sociais há quem considere um erro político insistir hoje em ir contra a evidência na UE (o galego ou o português é oficial) em vez de celebrar hoje no congresso espanhol (um lugar onde não se nos permitiram falar o nosso #galegouniversal) é agora possível falar em galego ou português.
