Os deputados de extrema-direita mostram abertamente o seu ódio ao galego diante de milhões de espectadores e deixam os seus auriculares de tradução simultânea na cadeira de Pedro Sánchez. Também o fixeram após o Estatuto de 36. O PP não o abandona e não usa auriculares mas está em contra e com Feijó ao leme. Há alguns dias atrás, o presidente da Xunta Alfonso Rueda abandonou a sua responsabilidade à fronte dum governo que existe porque existe o galego e que tem na sua promoção uma das suas principais obrigas.
Esta conquista histórica garante o direito fundamental de utilizar a língua da Galiza em novos espaços.Inicio-se o debate para a reforma do Regulamento do Congresso José Ramón Besteiro (PsG-PSOE), deputado por Lugo, foi o primeiro ao que lhe é permitido falar em galego. A seguir, Marta Lois. Ambos falarom parcialmente em galego. Nestor Rego já avançou que falarà integramente em galego e lamentou que o Partido Popular vote hoje contra o galego.Pela primeira vez, apercebemo-nos da diversidade cultural e linguística do Estado e, em última análise, da sua composição internacional. Em todo caso os tres forom os primeiros em empregar a língua galega sem ser expulsados do Congreso por isso.
Entretanto, o Governo espanhol está empenhado em dar prioridade à oficialização do catalão na UE antes da oficialização do galego ou do basco.
