A 12 de agosto de 1975, Moncho Reboiras (Imo,Dodro) foi morto polas costas em Ferrol (com inúmeros tiros, um deles na nuca) pola polícia franquista. 300 polícias para liquidar a esquerda nacionalista galega. Após uma perseguição de duas horas, eles o encurralaram numa porta e atiraram nele.
O antifranquista Moncho Reboiras Noia, sindicalista, comunista e independentista galego, militante da UPG, tinha 25 anos quando foi assassinado, como hão ser assasinados uns dias depois Humberto Baena e Sánchez Bravo.Em plena Transição, morto Franco, Lito, Marisa Vázquez,Manuel de Remesar e Brañas sofreram tortura e prisão de agosto do 75 até o 77.
Mudou-se com a família para Vigo e terminou o liceu em Teis enquanto ajudava no bar Noia da família.Formou-se em Engenharia Industrial, trabalhou na construção civil, em Barreras e teve papel fundamental na lendária greve de 72. Em 2023 o Estado continua a aplicar a lei da anistia, denunciada internacionalmente.
A UPG homenageou este sábado, como todos os 12 de agosto, Moncho Reboiras, militante morto pela polícia franquista na Rua da Terra, em 1975. .À tarde, a oferenda floral foi feita no portal onde foi baleado – disse Iván Rivas, porta-voz do grupo municipal do BNG – e a comitiva se deslocou ao Cantão para celebrar um evento com Mercedes Tobío, Paulo Alonso e o deputado Néstor Rego.









