A CIG-Ensino qualifica esta acção como “um novo exemplo de perseguição” da língua galega no domínio científico.
Num comunicado enviado aos meios de comunicação social, a CIG assegura que, 13 anos depois da publicação do decreto “para a redução da presença” do galego nas disciplinas científicas e tecnológicas, chamado e “principal instrumento” da Xunta contra o uso e a difusão da língua galega no ensino, o ministério “dá um passo mais além e decide eliminar 169 unidades didácticas por estarem escritas em galego”.
Com esta decisão, o sindicato nacionalista sustenta que o governo galego confirma “uma raiva doentia e doentia contra a língua galega e um desejo de censura indigno de uma instituição democrática”. “Co borrado, a administración educativa limita a liberdade de ducias de docentes galegos que elaboraram un publicaron no repositorio de contidos da propia Consellería de Educación e lanza unaha nova mensaxe: o galego no vale para as matemáticas”.
A CIG qualifica de “vergonhoso” que tenha que recorrer exclusivamente a iniciativas não dependentes da administração, que “deveriam centrar-se na defesa e promoção do galego, para poder aceder a unidades didácticas de matemática em galego, como é o caso das armazenadas no projecto Descartes”.
O sindicato esixe unha rectificación por parte do “cargo político que autorizou ese borrado” e a restitución de todos os materiaisf. Ademais, considera que esta medida não seria reparadora não só com a presença do Galego numa zona duramente castigada pola “política linguística da Xunta”, mas também com o próprio trabalho realizado polo pessoal docente.
