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Arquitectura, Saúde — 25 Xaneiro, 2023 at 5:31 p.m.

CIG-Saúde convocou uma concentração para o dia 28 de janeiro em Santiago, com o objetivo de defender o sistema público de saúde

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CIG-Saúde convocou uma concentração para o dia 28 de janeiro em Santiago, com o objetivo de defender o sistema público de saúde, especificamente a Atenção Primária (AP), e apresentou uma série de propostas para o Servizo Galego de Saúde (Sergas) com esse mesmo objetivo. O sindicato convocou a população a também manifestar-se no dia 12 de fevereiro, na convocatória organizada pola plataforma SOS Sanidade Pública na capital galega

Numa conferência de imprensa realizada esta quarta-feira na sede da CIG em Compostela , o secretário nacional, Manuel González Moreira, explicou que é preciso “recuperar a estrutura da gestão dos cuidados primários e que tenham orçamento próprio”.

Desta forma, González Moreira, acompanhado por Lucía Peón e Xavier Alvedro, insistiu que “devemos trabalhar para ter equipes multidisciplinares que respondam às necessidades dos pacientes”.

A concentração CIG-Saúde realiza-se este sábado, polas 12h00, na Praça das Praterías. Assim, o sindicato convocou a população a também manifestar-se no dia 12 de fevereiro, na convocatória organizada pela plataforma SOS Sanidade Pública na capital galega.

PROPOSTAS

O CIG-Saúde tem feito algumas propostas em relação à gestão dos Cuidados de Saúde Primários e, entre outras questões, tem exposto a necessidade de incorporar novas categorias profissionais como a psicologia clínica ou a terapia ocupacional, que “permitiriam abreviar as consultas de CP médicos”.

Nesse sentido, reforçou a necessidade de haver uma única categoria de especialistas em medicina de família e comunidade com duplo benefício — AP ou PAC –.  Também destacou a necessidade de os centros de saúde terem pediatras, o que considerou “um em insistido que “não se pode ter profissionais com 50 consultas por dia e que, além disso, têm de cobrir os colegas nas suas ausências ou emergências”.

Tem insistido que “não se pode ter profissionais com 50 consultas por dia e que, além disso, têm de cobrir os colegas nas suas ausências ou emergências”. Sobre este tema, destacou-se que é necessário realizar uma análise da situação de cada serviço ou unidade básica de saúde para saber o número de profissionais em cada categoria e poder ter os rácios necessários para aplicar as carteiras de serviços desenvolvido no Conselho Técnico.
Da mesma forma, o secretário nacional da CIG-Saúde tem apontado que “devem ser garantidos horários com um máximo de 30 doentes por dia” e que os rácios entre profissionais de medicina familiar e de enfermaria “devem ser de polo menos 1:1”.

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