A Organização Galega de Comunidades Florestais registrou as assinaturas para processar o ILP em defesa dos montes comunais. Quase 12.000 assinaturas, mais de mil necessárias, apoiaram a iniciativa da lei popular para conseguir uma lei que preserve o monte comunal nas mãos dos comuneiros

A Organização Galega de Comunidades Florestais submeteu ao registo as assinaturas para processar o ILP em defesa das florestas comunais. Quase 12.000 assinaturas, mais de mil necessárias, apoiaram a iniciativa da lei popular para conseguir uma lei que preserve o monte comunal nas mãos dos comuneiro .e que se deve ter em conta que as comunidades de monte são elas próprias dinamizadoras do agro.
“Há anos noticiamos que o Ministério do Meio Ambiente Rural pretende, por meio das mudanças legislativas promovidas pelo Partido Popular, que empresas de diversos tipos (florestal, madeireira, eólica, mineradora…) florestas comunais”, explica Xosé Pereira, presidente da Organização Galega de Comunidades Florestais.
O ILP apresentado pelo ORGACCMM tenta impedir esse roubo das montanhas vizinhas. Nesse sentido, um dos pontos principais do ILP é reforçar o caráter germânico da propriedade do bairro, considerando a vizinhança como o único requisito para ter o status de vizinho/comuneiro.
A Organização Galega de Comunidades Florestais solicita o apoio das forças políticas que compõem o Parlamento Galego para que esta lei avance e assim consiga uma floresta comunal multifuncional e sustentável ao serviço do bairro comunal e da sociedade galega no seu conjunto.









