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COVID-19, Galiza, Saúde — 5 Xullo, 2020 at 11:58 a.m.

A Xunta fecha A Marinha a partires das 0.00 horas de hoje

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A Marinha de Lugo «confinada» alomenos 5 dias mínimo.Até as eleições.Noentanto, a primeira canle da TVG fala da música no confinamento e traíñas, na segunda.O conselleiro dá a noticia por internet mas não explica da da decisão de fechar A Marinha 5 días quando os períodos de incubação do virus som de 10-15 dias. Que criterios e protocolos científicos fundamentam a decisão? Eleições confinadas na Marinha de Lugo. O que fazer ?. Escusado será dizer que o LOREG não contempla a suspensão total ou parcial dos processos eleitorais.

Segundo a Direção Geral de Saúde Pública, a área de Lugo registrou 30 casos máis de coronavirus vencelhados com o brote da Mariña, o que levou ao Goberno galego a tomar esa determinación.Enquanto noutras áreas diminuiu na Marinha luguesa vai a máis. O número de casos activos de coronavirus en Galza é de 258, deles 40 som da área da Coruña, 117 da de Lugo, 5 da de Ourense, 2 da de Pontevedra, 77 da área de Vigo, 13 da de Santiago, e 4 da de Ferrol.O contraste de dados fai especialmente alarmantes os área de Lugo, onde os casos activos aumentaram em 30 con respecto a onte.

O desmantelamento progressivo do Hospital da Marinha e de todo o Sergas

Ontem, este foi o titular de onte no telejornal do mediodía da TVG:”O maior descenso de casos activos”, quando o surto da Marinha já estava descontrolado. Desde que entrou na Xunta Feijóo ( executor da privatização de Correos) progrediu a un desmantelamento sistemático dos dispositivos sanitários mais próximos do cidadão, com o alvo de centralizar e privatizar, e agir para a desactivação da atenção primária. As provas diagnósticas não são feitas em função dos critérios clínico-sanitários mas os das empresas beneficiadas (as «externalizações») pela privatização.A Lei de Saúde reduciu as Áreas Sanitarias de once a sete (Feijóo suprimiu as áreas de Salnés, Verín, Burela e Barco de Valdeorras). Com este curte, os hospitais comarcais perderon capacidade para gerir e passaram a depender dos centros de referencia

Em vários artigos de pesquisa Pablo Vaamonde tem alertado (a última vez na revista Tempos Dixital em parceria com Manuel Marín) que Feijóo nos inicios do seu mandado já confesou numa entrevista de La Voz de Galicia que era partidario de privatizar “todo lo que no sea el núcleo duro del sistema sanitário”. «Entregouse á tarefa desde o primeiro momento. Comezou polos servizos de apoio: a historia clínica, a receita electrónica, a central de chamadas, as telecomunicacións, os servizos de catering, a limpeza e a enerxía, o mantemento dos equipos, o almacenamento e distribución de material sanitario: todas estas parcelas pasaron a mans privadas en pouco tempo. Continuou coa entrega a empresas privadas da xestión da alta tecnoloxía, o laboratorio central de Galicia, a investigación clínica e as contratacións públicas do Sergas.»

Durante os seus mandados, afirmam Vaamonde e Marín, «o Sergas recortou o orzamento en máis de 1.000 millóns de euros (unha redución do 18% respecto ao de 2009). Mentres tanto, a sanidade privada medrou de forma imparable: agora xa realiza o 25% da atención hospitalaria da CCA».

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